Uma nova política cambial no sistema brasileiro está sendo planejada e, ao que tudo indica, diversas transações feitas por pessoas físicas ou jurídicas serão facilitadas. Isso porque com a necessidade de alinhar a legislação brasileira às práticas internacionais, a nova proposta é formada por somente 27 artigos, bem diferente da atual legislação composta por cerca de 400 normas. No geral, essas regras são menos burocráticas e têm o objetivo de impulsionar a economia e gerar mais produtividade. Afinal de contas, uma economia globalizada precisa de uma legislação coerente com os dias atuais.

Para entender melhor como funcionam as taxas hoje em dia, basta imaginar pequenas transações. Um envio de dinheiro ao exterior passa por um processo muitas vezes extenso e que envolve diferentes etapas antes de chegar ao seu destino. Como as taxas estão presentes em cada etapa dessa, a transação se torna mais complexa e cara. Outro ponto negativo é relativo ao tempo: o processo que abrange a transação pode demorar até 48h no sistema tradicional de um banco. Quanto aos importadores e exportadores de mercadoria, eles também são exemplos de pessoas igualmente beneficiadas com a redução da burocracia.

Bom para empresas e para o seu bolso

As novas regras são vistas com bons olhos pelas empresas, já que embora haja tecnologia para transações mais rápidas e com uma taxa menor, ainda assim existe uma preocupação em relação a questionamentos que o governo pode fazer. Para Tulio Portella, Gerente Comercial da B&T, esse é um momento de transição: “Vislumbro uma maior autonomia ao Banco Central, ficando este menos dependente das vontades do governo, independente de quem esteja no poder”. 

Além do impacto positivo na sociedade brasileira ao favorecer o ambiente de negócios, entregar mais segurança e reduzir custos, o projeto de lei que foi encaminhado também é um passo para que, no futuro, pessoas físicas possam ter contas em moedas estrangeiras no Brasil. “Vale ressaltar que o legislativo apenas determina as regras do jogo, quem efetivamente joga e faz acontecer é o Bacen” disse Portella.

A hora certa de selecionar uma Corretora

No caso das corretoras de câmbio, o ideal é que o cliente avalie muito bem os serviços oferecidos antes de escolher o responsável por intermediar as operações cambiais entre ele e o banco. E como a B&T Corretora se preocupa com essas questões, é possível encontrar nela uma equipe com profissionais qualificados e especializados em buscar preços competitivos e levar maior agilidade. Empenhada em oferecer a menor burocracia e atender de forma personalizada, a B&T atua há mais de 25 anos no mercado financeiro e ajuda os clientes a encontrem as melhores soluções em câmbio. 

Início previsto para 2020

A simplificação das regras cambiais depende agora da aprovação no Congresso Nacional. Como o projeto foi enviado em caráter de urgência, a expectativa é de que 2019 termine com uma resposta concreta – e positiva –. Se assim for, os brasileiros já poderão ver as primeiras mudanças no próximo ano. Para Portella, a aprovação do PL deixará o mercado mais competitivo, restando apenas saber se o Bacen irá implementar as alterações, promovendo assim a descrentralização do mercado. “Estamos otimistas, já que um mercado mais competitivo beneficia os clientes e estimula os negócios”, completou.

A B&T Corretora de Câmbio te auxilia nesse e em outros serviços para você fazer operações de câmbio com mais segurança e tranquilidade. Há mais de 25 anos trabalhando em soluções de Câmbio e Consultoria, a B&T conta com sede em cidades estratégicas como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Miami, oferecendo aos clientes um atendimento personalizado e a oportunidade de receber a orientação dos melhores profissionais da área.

Referências:

ESTADO DE MINAS
Simplificação de regras cambiais é fundamental

BANCO CENTRAL DO BRASIL
Nova Lei Cambial trará melhores condições para inserção da economia brasileira nos mercados internacionais

ECONOMIA UOL
Nova regra deve baratear custo para qualquer um enviar dinheiro ao exterior

LINKEDIN
Nova política cambial – o futuro das corretoras de câmbio